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Mostrando postagens com o rótulo Peculiaridades

Life’s meaning

I’m not going to say that this is love. But I won’t say it’s not. I think about you now and then. And also before. It’s being a while since I can remember your kiss impressed me. But not only this. The sound of your voice - I sincerely can't tell since when - I just know that now it gives me chills when I hear it. The most slight touch of your finger in my skin, convince me right way that I can stay more. Even when I’m supposed to do something else. The parties that I love has never been so negotiable like when you're around. The only certainty I have is that we must enjoy each other when we are around in the same city. And when we are not, more and more I want to share with you the beautiful things my eyes capture, the good vibes my heart breath, the love I feel in simple things in life, the extraordinary things that I’m living. Oh damn. I wish you were here. At least for one second for you to see how my smile is coming easy, and for me to see your smile come so easy too. I m...

Carta aberta à vida

Queria escrever... pro universo, pros astros, pra energia que nos circunda, pras moléculas de glittler que inspiram em nós o espírito catulovers na vida, pra esse desejo louco e incansável, pra essa sede de vida, pra o que quer que seja maior ou mais forte que nós, ou ainda que sejamos parte disso. Enfim, seja lá o que for... convoco aqui simplesmente porque quero escrever. Seja lá qual for o motivo também, ainda que seja só para registrar que uma garota que nos seus vinte e poucos anos (já nem tão poucos assim) foi feliz. Muito feliz. Diga-se de passagem, hoje é capaz de ser um dos dias mais felizes da minha vida! E o mais lindo nisso? É que não há nenhum motivo especial para isso. Ou melhor, eu tenho muitos pequenos-grandes motivos especiais para isso. Foi um dia comum. Um dia desses especiais pra caramba, só que comuns. E olha que hoje acordei bem cedo! Mais que normal, fora do comum. Talvez não tenha sido um dia tão comum assim. Acordei com abraço, me espreguicei como a anos não fa...

Ilha da magia

​ Do morro das aranhas ao morro da cruz, eu só não quero que essa sensação morra. É tão bom. Com um grunge de fundo tão familiar que me sinto em casa. O som que combina com sua voz grave e rouca de manhã, que combina com meu sorriso e com a minha surpresa de tantos elementos do meu gosto, tão particular, juntos. Sua gargalhada fácil como sua bermuda da Thailandia. Seu gosto pela vida ao falar de lugares que ainda não vi me salivam a mente. Você tem a peculiaridade de uma sensibilidade engraçada, no gosto por um incenso ou em um budinha feliz que te puxa um pensamento. Seu olhar em ondas como o mar de matadouro, de cor tão viva, mas que não cheguei a mergulhar...ainda. Seu tronco feito arte rupestre espontânea e natural, totalmente anatômico, autêntico, carregado de histórias e segredos. Ilha da magia. É como dizem, não é? Seu hábito forte no jeito falar; ironiza, arregala um pouco os olhos, esboça uma quase careta interpretando e depois ri. Não preciso nem de um dia inteiro de convivên...

três em um

posso te sentir de olhos cerrados,                                     cercados de um bocado de outros ao redor, sem importância.    a verdade é que meus olhos nunca se fecham completamente,                                     te espio secretamento para esses outros.         a gente  (en) tende                                   a se olhar discretamente.        você sabe como me faz feliz                                 te ver sorrindo para o céu, deixando a música penetrar n'alma                             ...

No escuro

                     Se pudesse pedir uma coisa...      cochicharia de um canto escuro do meu quarto:                      - Só não saia da minha visão...por favor...                                                                 vá, mas fica.

Escancarado

Eu amenizo. Digo que quase sei. Que estou meio apaixonada. Mas eu sei que comigo nunca teve meio termo. Utilizo-os por força do hábito.  Intensidade é algo impactante demais. Tira o fôlego, esmaga o peito. De perder o raciocínio literalmente.  Larga esse livro e esse discurso depois de um pico e vem.  Escancarado.  Nesse meu sorriso bobo em tudo que faço. Nesse seu olhar manso em cada traço.  Na nossa censura sem rasuras.  Nem rasa, nem dura.  Que perdura, por pura ventura.

Platônico Reciproco

Estamos reinventando o platônico.  E sem nome do sentimento que vem na frente porque este não precisa necessariamente de uma definição. Nesse caso, ainda menos. Já que não chega a ser, algo que realmente seja. O platônico aqui não é porque só vem de mim, ou só de um lado. Ambos sabem. Ambos sentem. Ambos querem, mas o querem assim. Platônico porque ambos querem que não aconteça. Talvez o interesse venha justamente pela certeza de não ser. E sendo assim, ele – esse sentimento indefinido, sem forma, sem data, sem pressa, sem começo e porque não, também sem fim? – é platônico. Platônico no sentido que nunca virá a ser mais que isso. Mas um interesse comum em reparar no que o outro fala, e ter certa curiosidade nos pensamentos da pessoa. Um quase desejo que não é, porque um sorriso de admiração vem antes. E só. Por isso, platônico. Platônico por que se vive às vezes uma coisa ou outra em sonhos. Mas a realidade é muito menos espontânea. Platônico simultâneo de olhares que não se cruza...

Mr. Secrecy

Hey Mr. Secrecy, Pode ninguém saber, mas você saberá que isso é pra você (mesmo nem eu mesma sabendo pra quem dirijo minhas palavras.) De qualquer forma, me sinto bastante instigada, como creio ter sido sua intenção e confesso que gosto muito do friozinho que dá na barriga quando lido com algo desconhecido. É como se falasse com um estranho, mas que, em contra partida, para ele não sou tão desconhecida assim... Continuo vasculhando minha memória aos tropeços. Não que ache que isso me levará a alguma conclusão reveladora. Até porque tudo pra mim é muito difuso e vago. Portanto, apenas vago... pelos meus pensamentos e faíscas hormonais que fervem meu sangue e aceleram meu peito ao tentar adivinhar aquilo que não sei. Não sei mesmo! Mas me divirto com isso. De antemão, independente do desfecho dessa travessura, agradeço sua ternura. Suas palavras e versos que me enchem de energia inquieta e inspiradora... de enxergar não somente aquilo que podemos tocar. Curiosa-mente,...

Strangers

I love them so. Sometimes nothing could be better than those words, coming from a complete stranger. Strangers can be so warm. Things they say to you can be the most meaningful ones and make more sense than many other from known people you have ever listened. Sometimes, nothing can calm you down, unless a stranger's hug. Oh, that’s magical. You don’t have to say a thing, you don’t need to explain yourself, you don’t need excuses or forgiveness, you don't need to beg for a hug. Human compassion. They can feel your real feelings, just because there is no reason to disagree. Strangers. I’m never alone with them. I'm in this world, and everywhere, every tiny bit of it, they will be with me. I’m not alone at all. When nobody can understand you anymore, calm down, strangers will always be there. They listen, they see you, they look closely to your wet or dry eyes, and then, they give you all you need. You don’t need to give anything back, you don’t need to do anything to get some...

A delicia (e a dor?) de viver

O maduro não é aquele que não sofre, que é forte como rocha – quem é verdadeiramente imune a qualquer coisa? O verdadeiro maduro é aquele que sabe sofrer, é aquele que sabe lidar com as diversas e perversas situações, é aquele que sabe conviver também com a dor e não somente com os sorrisos e as boas notícias. Aquele que não precisa ser irônico, sarcástico, frio ou duro para se sentir melhor. Pois é, nada fácil. O sofrimento agudo é porque não entendemos ou não nos conformamos. Sofrer não te torna menos gente. Menos homem, menos mulher. O que você faz com esse sofrimento sim é o que te decompõe ou te engrandece. Não temos que ter medo de sofrer. Não há como viver muito e intensamente sem se expor ao risco das dores e dos amores. Quem se protege do ferro, também se protege do belo. A vida lá fora nunca sessa. Mesmo que morramos dentro de nós. Não faça isso. A Vida é eterna. Uma eterna busca, portanto. Busca por novas experiências, novas descobertas. Novos rostos, novos gostos. Sempre b...

Prefiro o toque elo(quente)

Ele me toca. Toca minha mente e pele. Toca meu dorso e eu me retorço sob seus dedos lentos repletos de alento. Sua língua eloquente deixa-me quente, pois a saliva debaixo das palavras retóricas transpõe as vontades teóricas que cessam em beijos mudos de bocas zelosas. No escuro, persuasivo, partindo do não, percebe-se o vão, de agir sem negação. Sem qualquer restrição o desejo consome. As questões filosóficas ficam para depois ou são discutidas sob óticas mais carnais, com palpites sensoriais e intromissões da mente fantasiosa - que jamais se ausenta e fermenta ambições da alma em corpo. Instintiva (a) mente, cala os sussurros com o pretexto de dar vez para as mãos falarem. Rastejantes, dizem tudo que lábios sedentos de toque reprimem. Unidos, pela leve pressão do contato, abstraem letras e tecem diálogos etéreos. Pensamentos flutuam aéreos, enquanto o corpo, em inércia, não pode alterar seu movimento natural induzido pelo torpor das sensações intrínsecas. A lógica desbota, e se depar...

Olhares suspensos no tempo

Me lembro do tempo em que seus cabelos, ainda densos e compridos, pendiam sobre sua testa, me obrigando a procurar seus olhos entre vãos dos fios lisos, e tentando disfarçar quando seus olhos, por ventura displicentes, cruzavam o meus. O tempo passa, os fios tornam-se mais escassos, mas os olhares tornam-se mais densos e compridos.

O lado ruim da memória

Como as ideias, parece que o acumulo de memórias também esgota aos poucos nossa originalidade de feitos na vida. Talvez não os feitos em si, mas o jeito. Em certo ponto as coisas parecem rodar em loopings. Melhores, talvez, uma vez que bagagem e experiência nos torna mais minuciosos, detalhistas, menos ansiosos. Com o tempo, somos mais pacientes - talvez não no meu caso. Não que não se inove mais, pelo contrário. O tempo também nos torna mais criativos, mais ousados. Nos damos liberdade, uma vez que conhecimento já temos. Desvirginados de ações, recriamos elas das mais extravagantes maneiras. Mas memórias são chicletes envelhecidos, grudados, que já não podem ser removidos completamente.  Enfim, vivemos. Novas e diferentes coisas. Mas as memórias sempre invadem, insistentes, lutando por um ciclo eterno. São histórias, retóricas.  Eis, então, que em momento vão, ela brota em discórdia.   Criamos, mas sempre nos lembrando de como algo lembra outro algo. Tal coisa que se pa...

Universo Particular

Existe um universo louco Que me deixa rouco Um mundinho próprio e particular Nesse seu jeito de olhar É um universo que quem vê de perto quer se afogar Em você desperto algo de incerto só pra me provar Sou eu quem me convenço ao meu contra-senso a me encorajar De primeira me perco com você me atraco mas depois inverto estou estupefato... Não quero acordar!

Calma Alma

Sempre que tinha sonhos como este - raros, com lacunas de anos entre um e outro, mas que insistiam em voltar - ela não queria acordar. É como se soubesse como era o beijo dele sem saber. Era como se soubesse como flutuaria, sabendo pelo pouquíssimo que sabia. Via nele uma ilha de mistérios e filosofias concretas que enchiam seus olhos de sonhadora nata.  O conheceu sem o conhecer desde muito pequena. Ainda nem entendia os conflitos e complexidades da vida. Era apenas uma menina tentando buscar uma inspiração diária. Ou algo que não pudesse compreender completamente para tomá-lo como desafio. Não lhe faltavam opções, mas entender alguém é algo sempre muito mais instigante.  Ele a instigava. Desde de que ouvira seu nome pela primeira vez. E ainda mais quando as histórias com ele circundavam seus ouvidos. Isso aumentou quando o viu. Esse movimento talvez não tenha cessado em nenhum momento. Conversas, desde muito cedo, não a saciavam. Elas lhe davam...

Tempo

- Eu gosto de sentir frio. - Posso ir com você? - Frio é coisa que se sente sozinho. - Eu gosto de tomar chuva. - Vamos combinar de tomar chuva então? - Chuva não é coisa que se combina... - Porque não? - Oras, porque não temos como prever exatamente quando e a que horas irá chover. A chuva simplesmente... - Acontece quando você menos espera. - É. - Então vamos não esperar nada e deixar acontecer.