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Mostrando postagens de julho, 2012

Presente Descontínuo

Memorial ativo Olhar de vidro Momento breve Corpo em febre Aquela foto tímida Seu sorriso de menina Um instante de euforia E o vento da partida Quando toca tal cabelo Bate súbito desespero Mãos deslizam como seda Sedem ao ato de apelo Anorexo desejo Desconexo devaneio Desmorona o castelo Resta-lhe o que é singelo

Verdade imaginada

Através da lona O brilho à tona Do desvio do sonho Surge uma montanha Sob ela, pele sua Tão pura como a lua Se és imaginação Posso criar a sensação Paixão pela verdade É o pisar na grama Sem restrição da vontade Desvendando a trama Isento de doutrina Ímpeto de adrenalina De olhos erguidos Empecilhos derretidos

Busca

Olho para pupilas ocas palavras palpitam vida pulam ardentes entre bocas Falo com gargantas roucas visões de avenida silenciam  mutuas entre bocas os olhos, algo ainda me ofusca faíscas de uma partida se esvaem no vento em busca